Suplemento alimentar ajuda na sustentabilidade da produção de suínos

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Não é possível pensar, nos dias de hoje, em resultados na suinocultura sem levar em consideração a sustentabilidade, tema cada vez mais recorrente e dentro das exigências básicas dos mercados consumidores.

Foi se o tempo em que apenas a produtividade e o lucro eram os motivos maiores das organizações. É preciso, que a missão da empresa esteja vinculada as necessidades sociais, energéticas e ambientais, atributos que vão determinar a sobrevivência e reputação das mesmas.

Sendo assim, as novas tecnologias estão cada vez mais presentes para colaborar neste novo paradigma.

Dentre elas, podemos citar os novos conceitos de instalações, novas práticas de manejo e adequação dos resíduos, genética, aditivos de melhoramento nutricional, enfim, tudo que possa contribuir para produzir mais, com menor comprometimento possível do meio ambiente.

 São muitos os exemplos, sendo que este artigo vai focar, em suma, apenas em um: o uso da ractopamina, aditivo nutricional que vem colaborando para o desempenho de rebanhos suínos. Validada no Brasil depois de 1996, vem ainda promovendo a redução de gordura subcutânea, sendo que o animal costuma ganhar 12% a mais de peso, além de adquirir 8% a mais de carne magra. Consome ainda 10% a menos de água e ração.

No meio ambiente, o uso da ractopamina traz grande benefício, já que  proporciona um aumento da retenção de nutrientes pelo animal, o que consequentemente vai gerar menos descarte de nitrogênio e fósforo, reduzindo o impacto das contaminações.

Estados Unidos, Canadá e Austrália, e há pouco tempo o Brasil , vem fazendo uso do complemento, que vem gerando ótimos resultados para a suinocultura.

 

O uso dessas práticas de melhoramento da suinocultura proporciona lucro aos produtores, garantido a eles sucesso no mercado. Saiba mais.

Fonte: Rural Pecuária

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Atualizado em: 16 de setembro de 2016