Doenças respiratórias em suínos

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As doenças respiratórias em suínos vêm trazendo prejuízos para produtores, especialmente da região sul do país, onde o clima frio favorece o surgimento destas enfermidades. Por causa delas, 5% dos animais não podem ser selecionados para abate.

Embora o percentual pareça inexpressivo, o mesmo representa uma quantidade considerada de suínos indisponíveis. Um exemplo pode ser dado pela Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs).

Segundo a entidade, em 2010, foram abatidos 29.072.584 de suínos no Brasil. Destes, mais de 145 mil animais não passaram no teste de qualidade para o abate, em virtude das doenças respiratórias.

O principal agente desencadeador da doença é o Mycoplasma hyopneumoniae. Este microorganismo atinge o sistema imunológico do animal e propicia a entrada de outras bactérias, causadoras de várias doenças pulmonares.

Fatores ambientais, sanitários ou de manejo são os maiores motivos o surgimento destas enfermidades. Já os sinais clínicos mais evidentes destas doenças são tosse, respiração ofegante, secreção nasal, perda de apetite dentre outros. O descarte acontece em virtude da perda de peso do animal, que pode chegar a 10%. 

 

O controle do plantel, por meio de um planejamento que promova a prevenção e a escolha correta dos medicamentos, pode fazer a diferença. Saiba mais.

Fonte: Fundesa

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Atualizado em: 6 de setembro de 2016